Workshops

21 novembro 2025

Pré-inscrição obrigatória até 30 de outubro

Como os Workshops têm vagas limitadas, abriremos uma primeira fase de pré-inscrição e análise de candidaturas. 
Numa segunda fase, os participantes serão contactados para confirmação da inscrição de acordo com os critérios definidos pela organização 

01

Centros de Responsabilidade Integrada (CRI) como promotores de Saúde Baseada em Valor  

15h00 – 17h30 

Vagas esgotadas!

Nº de inscrições: 40 

Valor de inscrição: Gratuito  

 

Objetivos de Formação

No final do workshop, os participantes deverão ser capazes de: 

  1. Compreender o enquadramento legal e conceptual dos Centros de Responsabilidade Integrada (CRI): Identificar as bases legais, princípios orientadores e limitações do modelo CRI no contexto do SNS. 
  2. Analisar o papel dos CRI como instrumento de transformação organizacional no SNS: Discutir o potencial dos CRI para promover maior autonomia, accountability e eficiência na prestação de cuidados. 
  3. Reconhecer experiências concretas de implementação de CRI em diferentes especialidades clínicas: Avaliar os fatores de sucesso e os principais desafios enfrentados nos exemplos apresentados. 
  4. Explorar a relação entre Centros de Responsabilidade Integrada e Centros de Referência: Refletir sobre a complementaridade entre modelos organizacionais focados na eficiência (CRI) e na excelência assistencial (Centros de Referência). 
  5. Discutir estratégias práticas de implementação e escalabilidade do modelo CRI na área das doenças cérebro-cardiovasculares: Identificar barreiras e facilitadores, instrumentos de governação clínica, indicadores de desempenho e necessidades formativas. 
  6. Promover a reflexão crítica e o envolvimento dos participantes no desenho de soluções adaptadas ao contexto português: Fomentar a partilha de experiências e contributos práticos aplicáveis à realidade local e nacional. 

02

O Futuro dos Dados em Saúde: Como desenvolver e melhorar registos nacionais? 

15h00 – 17h30 

Nº de inscrições: 30

Valor de inscrição: Gratuito  

 

Objetivos de Formação

No final do workshop, os participantes deverão ser capazes de: 

  1. Reconhecer a importância estratégica dos registos nacionais no contexto das políticas de saúde pública, com foco nos dados para monitorização, planeamento e melhoria contínua da qualidade assistencial. 
  1. Identificar fatores críticos de sucesso na criação e sustentabilidade de registos clínicos nacionais, com base na análise de casos concretos (Reuma.pt, RON, Registo Nacional de AVC, SWEDEHEART). 
  1. Compreender os desafios metodológicos, organizacionais e tecnológicos na construção e manutenção de registos nacionais, incluindo financiamento, interoperabilidade, governance e proteção de dados. 
  1. Explorar o potencial da ciência de dados e do data linkage para transformar registos clínicos em instrumentos de inteligência em saúde, incluindo aplicações de big data e integração com sistemas eletrónicos de saúde. 
  1. Refletir sobre caminhos possíveis para Portugal, promovendo a discussão entre decisores, clínicos, técnicos e investigadores, com vista ao desenvolvimento de registos robustos, úteis e alinhados com as necessidades do SNS. 
  1. Contribuir ativamente para a construção de soluções práticas, através da partilha de experiências, identificação de prioridades e envolvimento em estratégias de desenvolvimento futuro no âmbito do PNDCCV. 

03

Reabilitação nas Doenças Cérebro-Cardiovasculares – Modelos Assistenciais para a próxima Década 

15h00 – 17h30 

Vagas esgotadas!

Nº de inscrições: 30

Valor de inscrição: Gratuito  

 

Objetivos de Formação

1 – Compreender o papel estratégico da reabilitação nas doenças cérebro-cardiovasculares: Enquadrar a reabilitação como componente essencial da resposta integrada às DCCV,   com impacto na funcionalidade, qualidade de vida e equidade. 

 

2 – Identificar desafios organizacionais e assistenciais atuais:  

Analisar barreiras ao acesso e limitações na capacidade instalada para reabilitação pós-AVC e cardiovascular. 

Reconhecer desadequações nos níveis de cuidados e na articulação interinstitucional. 

3 – Explorar modelos internacionais e nacionais de sucesso 

Conhecer boas práticas em modelos sustentáveis e integrados de cuidados de reabilitação (Escócia, Canadá). 

Refletir sobre a aplicabilidade desses modelos ao contexto português. 

4 – Discutir mecanismos de financiamento e custo-efetividade 

Avaliar propostas de novos modelos de financiamento (ex. bundle care, pagamento por episódio). 

Refletir sobre a inclusão da reabilitação no racional económico da saúde pública e nas prioridades do PRR. 

5 – Promover o debate intersectorial e a definição de compromissos 

Fomentar o alinhamento entre diferentes atores (DGS, sociedades científicas, ACSS, RNCCI, cuidados primários) na construção de um modelo estruturado e acessível. 

Identificar propostas concretas para incorporação no PNDCCV e compromissos institucionais para os próximos anos. 

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